Menina e relações

A lista contém os melhores, novos e mais adequados 'filmes sobre relacionamento homem menina' ordenados por relevância. O sistema de recomendação escolheu filmes e séries de realista, grave, melancólico, tocando, sentimental e emocional sobre / em que / com enredo relacionamento homem menina, adolescente, nudez, amor e romance, vingança, solidão, amizade, nudez feminina, relações ... Menina símbolo do terremoto no México nunca existiu. Marinha mexicana desmente existência de Frida Sofia, criança que estaria soterrada nos escombros de uma escola. Exaustão e esperança de ... O suspeito confessou que tinha relações com a menina desde 2019. A prisão do acusado, de 33 anos, foi realizada por uma equipe da Polícia Civil de São Mateus na madrugada desta terça-feira, na região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Relações entre pais e filhos: o que muda ao longo da vida Maio 19, 2020 Sem comentários Pode ter sido porque veio uma pandemia, ou porque foste mãe, ou porque enfrentaste algum desafio por que os teus pais também já passaram. Ele mantinha relações sexuais com uma menina de 13 anos e foi flagrado pelo pai da menor fugindo pela janela da casa da família. O pai percebeu que a filha estava trancada no quarto, e ouviu vozes diferentes no local. Ele pediu para que ela abrisse a porta, mas ela negava. Quando o pai deu a volta para chegar à janela, viu o homem tentando ... Em determinado momento, a menina foi obrigada a entrar num cômodo da casa e dentro deste quarto estavam sete rapazes. Um dos rapazes, armado com um revólver, obrigou a adolescente a aceitar ter relações sexuais com todos os outros rapazes que estavam no quarto. Um homem suspeito de estuprar e engravidar uma menina de 11 anos, no Espírito Santo, se apresentou hoje de manhã, numa delegacia do norte do Estado. Ele seria o ex-companheiro da avó da ...

Como se preparar para uma conversa que vai pôr fim a um relacionamento que você quer manter?

2020.09.22 19:39 zerasoviet Como se preparar para uma conversa que vai pôr fim a um relacionamento que você quer manter?

Ontem eu havia feito um relato aqui sobre um relacionamento que eu tô tendo com uma menina que, apesar de dizer que me ama e ter dito que me quer por perto, acha que só gosta de meninas (pra deixar claro, eu sou um cara). O fato é que eu amo muito ela, como nunca havia amado alguém antes; uma das pessoas mais incríveis que já conheci. Ela tá passando por um processo de confusão e crise por ter que repensar sua sexualidade, mas percebo que as coisas tão se encaminhando para ela compreender que é lésbica e não bi (Ou temporariamente lésbica, explico mais pra frente). O que acontece é que hoje ela disse que a gente precisa conversar, e eu tenho certeza que é pra gente terminar.
Cara, eu imagino como deve ser fudido perceber que sua sexualidade não tá resolvida. Na verdade, nunca tá, né? A gente pode sempre se surpreender. Mas enfim, esses momentos de crise são fodas, e consigo ver que não tá sendo fácil pra ela. Mas algumas coisas me deixam encabulado, talvez pelo fato da gente aprender a conceber as relações pelo filtro do machismo e, consequentemente, não saber lidar direito com a rejeição. Vamos ao ponto, na primeira vez que ela disse que talvez só goste de meninas - que, por sinal, foi há dois dias - ela também me disse que eu não sou o primeiro cara com quem ela passou por isso, e que quando tá com meninos sente falta de meninas e vice-versa. Mas o que fode minha cabeça nisso tudo é que ela já namorou por muito tempo, mais de um ano, com homens, e pelo que sei não teve nesses relacionamentos duradouros a crise da sexualidade; O que me faz pensar: será que ela realmente gosta de mim? Tipo, se fosse um amor de verdade, a sexualidade não seria um coisa tão grande assim, mas posso estar totalmente enganado. Aí surgem aquelas inseguranças de que eu não sou bom o suficiente, de que se eu tivesse feito algo diferente (não sei o quê) não estaríamos nessa situação; como se a cada passo que eu dou perco ela mais e mais, a gente começa a rever e a duvidar de tudo em nós e na nossa capacidade de amar e se fazer amado.
Enfim, ela vem em casa hoje ou amanhã para a gente conversar. E enquanto aguardo minha ansiedade parece que vai me matar. Eu tô fazendo o exercício de me preparar para o pior e entender que esse é o fim de um ciclo na minha vida, mas lá no fundo tem aquela parte da gente que acredita ilusoriamente que tudo vai dar certo, eu queria poder matar essa parte. É triste, a sensação de incapacidade e o vazio que eu tô sentindo é muito grande, tô perdendo a pessoa que mais amei na vida e não posso fazer nada, só sei chorar. Muita confusão e ideia errada na minha cabeça, por mais que eu pense racionalmente que essas coisas tão fora do nosso controle, não consigo entender certas coisas. Até então nosso relacionamento tava ótimo em todos os sentidos (ele só durou 6 meses), e há dois dias ela me fala isso, sem ter dado nenhuma pista antes. Eu sei que essas coisas não vêm do nada na gente, mas ela fez parecer pra mim que sim, como se tivesse tentado manter isso escondido nela. O que me deixa mais frustado e triste ainda, porque ela escondeu de mim que não tava sendo feliz e me fez acreditar que sim.
Dado tudo o que falei acho que não tem uma resposta pra essa pergunta do título, só me resta aguardar. Mas colocar esses pensamentos pra fora já ajuda a gente e muito. Quero aproveitar pra dizer que vocês dessa comunidade São incríveis, uma rede de pessoas se ajudando de uma forma muito linda. É isso, perdão se o desabafo foi prolixo e insosso. Mas lembremos a importância de passar pelo luto e que na vida nada é pra sempre, que as coisas sempre passa e recomeçar é nossa forma de estar no mundo.
Beijos e abraços!
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2020.09.22 03:17 HeloisaRiss Gozar na boca 🤔

Olá amigos. Nas últimas relações com meu namorado tenho tido vontade de pedir pra ele gozar na minha boca. É algo que sei que ele tinha vontade de fazer desde o início mas eu nunca tive essa curiosidade. Porém, ando com vontade de experimentar.
Minha pergunta então é pra meninas e meninos, vocês curtem deixar a pessoa gozar na boca? Como é essa experiência pra vocês? O sabor é muito forte?
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2020.09.21 03:16 Apollodoruss Sinto falta de ser inocente.

19M, sinto falta de me sentir autenticamente empolgado em algum relacionamento ou amizade. Quando entro em um, prevejo todas as possibilidades que levariam até o momento e noto como me parece tudo inautêntico. (como as relações são excessivamente efêmeras!)
Ando também sem ver sentido no livro que estava escrevendo, e nos outros que estava lendo. Estou sem sonhos, não tenho nenhuma projeção agradável de futuro, apenas lembranças que me trazem saudade.
Me lembro dos meus 11, 12, 13, 14 anos... Como eu era radiante, e as meninas me elogiavam pela minha beleza. Mas eu sinto uma dor imensa em estar nesse mundo, não há um motivo exato, apenas meu coração não arde como antes. As vezes acho que tenho consciência demais das coisas.
Virgílio disse que o tempo foge irreparavelmente, e bem, se é esse o meu destino, gostaria de ser uma raposa e morar na floresta. Não ter nada para pensar. Ou então um gato preto, pra andar nas ruas de noite apenas observando a cidade e a lua. Um espírito sem carne, ou mesmo estando aprisionado nela, um que queira ir para um mundo diferente desse.
É como se algo me chamasse, como se essa não fosse a minha casa.
Falo devagar, como devagar e pouco, Ando devagar... está difícil seguir uma rotina. Não sinto vontade de responder ou fazer perguntas.
Eu amei uma vez, aos meus 17, e posso garantir que não era paixão. Nunca foi um afeto que me machucou, e nem uma pessoa que eu desejasse loucamente. Era só uma paz, uma contemplação calma de uma voz.
O nome dela era Sophia, e quando nos sentíamos agredidos pelo mundo, íamos na biblioteca ler um livro juntos (o mesmo) ou tomar um chá e ela um café (eu sou ansioso).
Eu fui para faculdade e ela continuou estudando. Se algum anjo existir, que ele guarde aquela menina, nunca pude respirar na companhia de outra pessoa.
Como disse, sonho com algo que não existe nesse mundo. Morar num belo jardim, como uma flor de camomila, talvez eu estaria pleno em mim.
As vezes choro, tomo remédios, me exercito e faço terapia. Tento me aproximar das pessoas, mas como disse, é essa uma coisa que me consome, e espero que elas venham até mim.
Por fim, ando notando que falar está ficando difícil, pois se precisa de um motivo pra falar, e eu não tenho algum.
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2020.09.15 19:19 xftbr se sentir como um objeto

meninas, sempre que um homem demonstra interesse por mim ou pra ficar comigo, eu sempre penso que ele só quer sexo e tá sendo legal comigo só pra conseguir isso. eu sempre me sinto usada em todas as minhas relações, seja elas duradouras ou não, como faço pra mudar isso quando tenho certeza que estou certa sobre esse pensamento?
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2020.09.13 22:39 maisumge Sera que é real ?

Tenho 23 anos e um problema mental serio que sofri quando tinha 18 anos e é irreversível (me viro bem, trabalho, estudo saio e etc mas mudou muito a forma como vejo a vida e principalmente relações, sejam elas amorosas ou nao)
A umas duas semanas, voltei a falar com uma amiga minha que conheci a uns 10 anos atras na época de escola. A gente vem conversando muito nesses últimos dias (ela sempre teve uma quedinha por mim). E numa dessas conversas as coisas começaram a passar um pouco da amizade e se envolver um pouco a mais, pensando sobre relacionamento e talz.
O problema é que sempre sofri muito preconceito por esse problema que tive e durante muito tempo as únicas pessoas que tive que me davam essa atenção era minha família (e só alguns deles)
Outro problema é que tive um relacionamento antes que me traumatizou muito em que a menina que namorei me traiu muito e que me deixou muito inseguro em relação a literalmente qualquer coisa
Isso vem mexendo muito comigo esses últimos dias e sempre penso a mesma "sera que ela realmente gosta de mim ou sla só ta carente por causa da quarentena e quer alguem pra ficar ?". Por que eu realmente to querendo que de certo mas acho que ela nao vai aguentar por causa desse meu problema e etc
Enfim nao sei se fui suficientemente claro mas precisa muito por isso pra fora. Só falei sobre isso com uma pessoa e ela me deu um conselho que por mais que tenha sido sincero nao me ajudou muito
É minha primeira vez aqui então nao sei como vao ser a respostas de vcs. Podem fazer piada, zoar o que quiserem a única coisa que quero é uma opinião sincera por mais que me doa ouvir
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2020.09.09 01:24 creb1nho Camisinha me machuca

Sou hétero ativo e nas minhas duas últimas relações sexuais tive problema com a camisinha, fico muito excitado e na hr do "soca soca" está mierda parece estrangular o Jr... Isso quando não estoura.Tenho dificuldade de chegar ao orgasmo pq quebra o clima, mas n perco a ereção. Com as meninas que tenho mais intimidade e q sei q "se cuidam" geralmente n uso mas as vezes a carne é fraca e aparecem uns "lances", fico meio cabreiro por conta das Dsts e do capetinha dps dos 9 meses. Alguém aí tem o mesmo problema? E se tem, existe algum método alternativo?
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2020.08.30 03:54 Teshugou "Preso" ao relacionamento?

Bom, pra começar, tenho 19 anos e nunca fui de ter amigos, relações, nem nada (hoje percebo que eu era beeem estranho socialmente, talvez seja por isso xD). Estou mudando aos poucos, pensamentos, ideias, concepções, sinto que estou me tornando alguém melhor.
Mas o que eu quero falar mesmo é: tem essa menina, fui me aproximando dela e criando sentimentos por ela, até que, cerca de 3 anos atrás, eu já sentia que rolava algo legal entre a gente e fiz um pedido de namoro com flores, surpresas e blablabla, só que ela sempre acabava evitando o assunto e nunca me deu uma resposta, e aí só voltou com o ex dela. Enfim, tristeza, chorei, não superei, afinal, foi uma das primeiras pessoas que eu pude compartilhar felicidades, ansiedades, angústias, sabe? Amizade, eu acho. Tempo passando, a gente se falava beeeeem raramente.
Agora, no início desse ano, a gente foi voltando a se falar e ficando bem próximos (de novo : ). Ela reconhece essas irresponsabilidades dela nesse passado, já pediu desculpas. Meus sentimentos por ela não passaram não xD. Só que dessa vez estou sendo bem transparente quanto ao que sinto por ela, demonstro meu carinho e afeto (já tive problemas por não demonstrar o que sinto, não quero repetir com ninguém). Do mesmo jeito que antes, ela nunca diz como ela se sente em relação a nós dois, também não parece demonstrar sentimentos por mim. A gente já saiu algumas vezes desde então, 3 ou 4 vezes desde o início do ano (quarentena boyz), e ficamos abraçados e de mãos dadas, mas não tocamos no assunto.
Mesmo assim, a gente ainda não namora e, na minha cabeça, isso não vai nem acontecer, sinto que só eu estou me abrindo e tudo vai ser um replay da última vez. Ficamos fazendo companhia um ao outro pelo discord todo dia, mas acho que ela não gosta tanto assim quanto eu. Eu infelizmente só falo com ela, não tenho mais ninguém com quem compartilhar coisas. São sentimentos muito novos pra mim, nunca namorei, nunca beijei, nunca fiz nada :S. Não sei muito bem o que fazer. Por conta disso, me sinto "preso" ao meu relacionamento com ela e sei que no final só vou acabar me machucando novamente.
(tentei dar uma resumida pra não ficar tão grande, só que mesmo assim ficou enorme :c )
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2020.08.26 16:01 chadepicao Alguém ja passou por isso? (Urologista)

Bom dia brasil
Se alguem tiver passado pela mesma situação e puder me dar alguns conselhos de como resolver iria ficar mega grato. Qualquer pergunta a mais é só mandar que respondo.
Tenho 20 anos. Faço exercícios fisicos regularmente, mesmo com a pandemia tenho treinado em casa.
Nos ultimos 3 meses tenho percebido que tô tendo algum problema pra manter a ereção durante o ato ou até mesmo ter a ereção no momento de começar.
Tô saindo(me encontrando em casa, com a pandemia) com a mesma menina nesses ultimos meses e por exemplo nos ultimos 3 encontros aconteceram dessa mesma forma: Encontro ela na quinta a tarde e temos uma relação sexual normal, durmo com ela de quinta pra sexta e durante a sexta nos momentos que vamos ter relação sempre não consigo manter pelo mínimo tempo ou até mesmo nem ereção 100% consigo ter.
Fui num urologista bem conceituado aqui do estado e ele me falou que isso é com toda certeza psicológico, e que eu precisava me focar no momento, em estar com a menina e estar bem comigo mesmo pra desfrutar do momento.
Porém as relações sempre acontecem na minha casa, quando meus pais estao viajando, eu sempre to mega confortável, gosto demais da presença dela e sinceramente nao sei como preciso pensar ou oque fazer pra melhorar a situação.
Nas 4x que aconteceram desses problemas ela foi super compreensível e levou super numa boa.
tl:dr : medico disse que nao tenho nenhum problema de ereção mas mesmo assim nao acho que esteja tudo normal
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2020.08.26 00:01 MegaNose337 Privilégios e a visão social meio esquisita dos brasileiros

Eu venho de uma condição bem privilegiada, talvez alguns até chamem de berço de ouro. Nunca tive mansão, jato, carro de luxo ou qualquer coisa do tipo, digamos que eu estou na classe média alta e nunca me faltou nada, sempre tive tudo que eu precisei: estudos, alimentação, lazer, amizades, etc. Meu avô não tinha nem chegado ao ensino médio e o meu pai batalhou, trabalhou na adolescência, se formou e se tornou uma pessoa bem sucedida (uma trajetória semelhante aconteceu com a minha mãe), não vou mencionar os empregos deles aqui mais pra não me expôr tanto mesmo. Uma situação que andou me incomodando muito nesses últimos tempos é sobre como a sociedade enxerga a questão dos privilégios, pobreza, riqueza, etc. O que começou as minhas reflexões constantes e sem fim sobre essas questões foi aquela treta no twitter da menina que foi xingada porque postou fotos do passeio internacional que o colégio dela teve (eu nunca nem saí do país e adoraria visitar a Europa, mas o que diabos eu ia ganhar tentando fazer uma pessoa que já teve essa oportunidade se sentir mal?). Eu não me afetei tanto por isso porque não sofri esse tipo de comentário diretamente, mas começou a me incomodar um pouquinho mais quando as pessoas começaram a comentarem esse tipo de coisa pra cima de mim. Aquele clássico lance do "aaaaah o filhinho de papai que nunca precisou ralar na vida" ou o "aaaah playboy" ou outros comentários do tipo e eu fico "MANO?!?!". Eu nunca neguei que o Brasil possui uma tremenda desigualdade social e nem desmereci ninguém por causa de renda ou trabalho (o que eu considero não ser mais do que minha obrigação), mas mesmo assim as pessoas adoram esfregar na cara o tanto que eu tenho em relação à elas ou à realidade brasileira (inclusive bloqueei e cortei laços com várias pessoas que eu até gostava porque elas faziam isso). Eu acho que inclusive isso não fica só na classe financeira e essa "luta de classes" acabou se estendendo para todas as relações de desprivilegiado/privilegiado, principalmente no twitter ("ah, como mulheres, negros e pobres sofrem, tem mais é que debochar e avacalhar homens, brancos e ricos mesmo") o que eu acho um erro tremendo, visto que quem tá em cima também tem um papel importante na sociedade. Eu adorei esse lance da sociedade brasileira ter mudado e ter passado a achar inadmissível desprezar as pessoas simplesmente por terem menos dinheiro, mas precisava ir tão longe a ponto de inverter os pontos e debochar de quem tem dinheiro? Não faz nem sentido isso pra falar a verdade. Pra falar a verdade eu acho que isso tudo começou com essa modinha de Trap, que eu enxergo simplesmente como uma vertente do Rap só que sem mensagem e com um bando de idiota ostentando roupinha de marca, exaltando coisas erradas, tendo falas machistas, xingando brancos/ricos e chamando todo mundo que não gosta desse gênero musical de racista. Esse contexto todo fez eu me sentir bem mal com o fato de eu ter muita condição em relação à tanta gente no Brasil e acabou me transformando numa máquina esquisita de absorver conhecimento. Eu tenho 18 anos (quase 19) e estou no segundo semestre da faculdade, me esforçando muito, estudando três línguas (todas essas bem difíceis), tocando instrumentos, estudando vários conteúdos que não são do meu curso apenas pela sensação de absorver conhecimento e eu não tenho certeza se isso é o melhor caminho a se tomar, mas por enquanto isso me desperta um certo prazer. Resumindo: a desigualdade brasileira somado à esse comportamento agressivo que as pessoas tem comigo por ter mais condições me despertou uma vontade muito grande de emigrar para um país menos desigual e criar uma família por lá, onde tudo seja mais igual e livre dessa mentalidade esquisita do brasileiro.
Desculpa se o texto ficou uma merda/confuso, tava tentando juntar as ideias e ir escrevendo no impulso mesmo, sem pensar bem na estruturação do texto
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2020.08.24 07:11 aquele_esquisito Me alienei completamente em relação as pessoas (Histórias de Quarentena)

Esse ano tá sendo bem interessante para mim até agora, comecei com 23 anos, virgem, bv, com zero experiências íntimas com mulheres, sem nunca de fato ter valorizado essas aventuras, isto é, nunca ter buscado de fato. Sempre fui no menor número possível de festas, nunca engajei em nenhum tipo de flerte com uma mulher e com isso nunca cheguei perto não só das ppks alheias como não sei o que é amar uma mulher. Basicamente era um incel sem a parte de odiar as mulheres, só a de não ver necessidade em transar mesmo, sem nenhum vitimismo, *quase um assexual que sente vontade física de transar mas não psicológica. *
Pois bem "ano novo, vida nova", pensei comigo mesmo que ia mudar isso, não deve ser tão difícil, ainda sou jovem sem ser garoto demais, quase empregado, não sou horrendo, os anos de academia me transformaram em uma pessoa atraente de corpo e sou absurdamente interessado (quase de maneira autista) em saber das coisas/conceitos/ideias/ciências/formas de arte, me transformando numa máquina de boas conversas por ter assunto pra infinidade de tempo. Por que decidi mudar isso? Literalmente por pensar com o meu pau, depois dos 20 parece que minha libido triplicou e eu não via a hora de finalmente comer alguém. E aí eu ainda caí na isca de "tem mais de 20 e é virgem? teu padrão é muito alto" que me deu um falso senso de segurança, ou seja, fui em todas que deram bola.
Usando tinder já comecei a perceber que ter um grande conhecimento de vários assuntos não significa ter uma boa conversa de bate e pronto, por isso passei uns tempos dando match com qualquer menina (mesmo que longe) só pra treinar o meu gingado na conversa com elas, depois de umas semanas consegui uma melhora boa (e agora quase indo pro fim do ano já me sinto um mestre das conversas) e comecei a de fato marcar encontros.
Pelo tipo de texto que estou escrevendo você pode talvez imaginar um autista metido que se acha o rei da cocada, e é meio assim que eu me sinto comigo mesmo, mas na vida real eu consigo me passar por uma pessoa completamente normal e sociável, o lance é que eu estou fazendo força para isso internamente. Sempre achei isso meio normal porque apesar de ser extremamente introvertido nunca fui tímido e sempre convivi com coletividades de amigos ao longo da minha vida ATÉ a faculdade quando todo mundo foi separando, daí eu tenho um senso de normalidade bastante bem desenvolvido, a partir dai é questão de querer mesmo.
Primeira menina foi logo na época de carnaval (apesar de ter passado longe de blocos), foi com ela que eu perdi o BV de todas maneiras possíveis e desenvolvi mais habilidade com mulheres, saímos durante a semana quase toda (ela era de fora) mas não conseguimos transar por conta de terceiros empacando o bonde (a vontade foi tanta que chegamos a ficar nos esfregando em alguns lugares públicos). Viu? Não foi tão difícil, vou transar bem mais rápido que imaginava, eu só precisava achar alguém que morasse sozinha pra facilitar tudo. O único alerta que essa primeira vez me deu foi que eu não gostei da experiência, e eu to acostumado a não gostar de saídas sociais/fingir ser normal, passo por isso a vida inteira, mas acho que por essa vez ter aprofundado mais na minha intimidade acabei odiando mais do que uma simples ocasião social.
Sai com a segunda um tempo depois e essa era bem mais quieta e tranquila que a primeira, com essa não rolou nada e eu não fiquei tão desconfortável, depois percebi que foi porque foi basicamente um rolê que eu tenho com meus amigos, daí o nível de conforto foi proporcional a isso e não a de ir pra trocar saliva com uma mulher. Essa segunda era espetacularmente linda apesar de não parecer tão interessada como a primeira (que também era bonita!). A partir daí eu percebi que tava fácil demais e decidi tentar ser mais criterioso a fim de achar uma mulher bonita que fosse transar comigo sem as frescuras sociais, porque meu pau tava mandando em mim.
Enfim, achei uma mina com 28 anos que tava querendo, marquei um pouco antes das minhas aulas começarem mas tive que dar uma adiada por um problema, porém o encontro nunca de fato aconteceu pois por ironia divina, o corona estourou e a pandemia começou. A partir daí vou dar uma acelerada na história, pois desse início de março até hoje continuei acessando o tinder assiduamente quase como um vício de autoestima com a desculpa de treinar meu papo com mulheres, e sem intenção de quebrar a quarentena.
Fiz todos tipos de perfil possível (pedindo sexo na bio, super fofo, esquisito, descolado...) e dei match com todo tipo de mulher possível, tive várias conversas a ponto da minha habilidade social ter crescido bastante, porém acabei chegando no ponto de saturação mais que completa. Lembra quando eu disse que ia ser mais criterioso? Isso subiu absurdamente a minha cabeça a ponto de eu literalmente achar todas as mulheres do app feias ou indesejáveis de alguma forma, antes eu literalmente tinha uma certa luxúria por quase todas porém isso foi morrendo com as conversas. Porque eu começava a conversar no meu modo ultra social (quase um superego em esteroides) e levava uma conversa foda em vários lugares imagináveis, conseguia colocar as minas fissuradas em continuar a conversar comigo, me chamar pra conversar tomando iniciativa e tudo mais. Mas aí eu percebi que comecei a odiar as conversas, porque a dura realidade é que nenhuma mulher passa um tempo psicopata aprendendo a conversar com homens no tinder pra ter a conversa perfeita.
Isto é, apesar de eu tomar a dianteira, as conversas para mim começaram a ser absurdamente horríveis e pouco proveitosas, porque as mulheres em geral são seres humanos normais, que em sua maioria são completamente entediados consigo mesmo e desinteressantes. Deixou de ser sobre conquistar as meninas com a lábia das palavras para "Quero uma conversa interessante pra mim", e obviamente não encontrei ainda uma menina psicopata ao ponto de seguir o guia que eu descrevi, mesmo as boas de conversa batiam no meu ego me dizendo "nossa, se eu consegui isso com essa, talvez eu consiga algo melhor". Até agora eu consegui umas 5 meninas a tentarem me convencer a quebrar a quarentena com elas.
Olha a merda no que eu me tornei, esses últimos parágrafos são estreitamente das profundezas da minha mente, onde eu comecei a levar essas conversas de merda e encontros como achievements sociais. Que foi de certa forma como eu abordei tudo isso no começo sem perceber, quero transar porque sim, meu pau me ordena, quero perder o BV para poder falar livremente com as pessoas que eu já beijei (não gosto de mentir sobre isso e sempre admito o que sou sem vergonha quando o assunto surge em conversa com amigos) e não sou um completo inapto social por tentar e ser rejeitado. Finalmente me encontrei numa posição de poder e comecei a usar isso pra aumentar o ego pura e simplesmente, fui me tornando uma mina aleatória de only fan que coleciona macho que paga tudo pra ela (famosos simps).
"Nossa, que fanfic de adolescente retardado" pode passar pela sua mente, pois bem, a dose de realidade chegou para mim, porque apesar de não ser horrendo eu não sou nenhum modelo, então teve uma hora que eu basicamente bati no meu limite de beleza no tinder e a atenção que eu tava recebendo secou completamente. Comecei aceitando qualquer uma com um perfil super amigável e convidativo, pra aceitar até umas meninas que considero meio feias com um perfil mais interessante, pra começar a encontrar com meninas regulares/do meu nível pra até algumas mais bonitas com um perfil super esquisito (pra filtrar tipos de menina que eu não queria), e aí eu estagnei, ainda to um pouco longe do topo da pirâmide mais fui um pouco mais longe do que imaginava. Fui de perdedor de boas, para perdedor com um falso senso de poder, para perdedor carente que tentou voar muito perto do sol, tudo isso também por não gostar da ideia de correr atrás de mulher, parto do princípio que se a mina não tiver iniciativa pra vir falar comigo é porque pra ela não tem nada ali e já descarto de cara.
Eu basicamente sinto que estou passando, ao longo dos últimos anos, por um processo de alienação completo de relações sociais à lá ted kaczynski, e eu sinto que essa era uma das últimas barreiras que eu tinha pra quebrar: a do sexo oposto. Já tinha normalizado na minha cabeça a minha própria desumanização e completa insignificância, pra estender isso pra colegas/amigos/parentes, e finalmente sinto que estou me descolando do tecido dos relacionamentos, ou de mulheres no geral. O que eu achei mais perceptível desse processo foi que o meu "pensar com o pau" meio que se tornou temporário, antes eu poderia ter me masturbado ou não e ainda havia um certo desejo por mulheres, agora eu sinto que sou uma pessoa quando estou com tesão e quando não estou mais simplesmente volto a não dar a mínima pra estar com uma mulher (eu já não ligava pro aspecto de companhia da relação, agora então o sexual parece ter ido embora também assim que esvazio o saco), inclusive com algumas dessas meninas que encontrei cheguei a fazer chamadas pra ficar me masturbando e é mata conversa na certa, porque o meu tesão acumulado por aquela pessoa desaparece da face da terra com uma gozada e eu não consigo nem mais falar com ela. Não sei se já estou estragado pro sexo, porque tenho certeza que depois de transar o meu desejo vai ser ficar sozinho comendo uma pizza e ouvindo música.
Pra quem for comentar em nofap e parar de ver pornô, eu não me masturbo com tanta frequência ao longo do ano, inclusive já fiz no fap de 3 meses duas vezes (outra isca que não serve pra muita coisa), também quase não consumo pornô, minha libido é muito errática com a masturbação, posso passar um tempo me masturbando 3-4 vezes por mês (tendo muita ocupação e coisas pra resolver) para chegar uma sequência de três dias de vagabundo e me masturbar 4-5 vezes por dia, quantificando num ano passo longe de vício por punheta ou pornô.
O mais engraçado da história toda é que todo esse processo aconteceu com auxílio do isolamento físico da quarentena que me possibilitou a chegar nesse ponto de alienação sem nem transar ainda. To quase me sentindo como o androide no fim do Ex-Machina que vai pra sociedade viver como uma pessoa normal, visto que to bem perto de finalizar a faculdade, vou tentar arranjar um emprego, morar sozinho, e finalmente virar um adulto de fato, a única coisa que eu tava sentindo dever nesse quesito de amadurecimento era a parte de relacionamento, principalmente o sexo porque de fato eu nunca tive interesse em montar família com casamento/filho/cachorro/gato, nem a ideia de namorar me atraia já bem novinho justamente por desgostar dessa ideia do companheirismo, minha última esperança era transar, mas isso eu acho que nem faço mais questão de concretizar.
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2020.08.21 07:34 MargLi Aquele cara descontruindão que, no fundo, é bem do sem noção e abusador.

Hello, meninas, eu sei que muitas podem não ser feministas, de qualquer maneira acho que cada uma tem um ponto de vista e suas próprias razões para tal e portanto, todas devem ser respeitadas.
Bom, meninas, eu acho o assunto beeeeem polêmico e tudo mais, mas é algo que me incomoda demais, bom, eu me considero feminista, sou uma pessoa meio complacente em vários momentos e o que eu tenho percebido é: caracas, eu sempre quis ter um namorado fora desse vibe " macho provedor ", acho que nem é por questão ideológica de gênero, mas porque eu sei que muitas vezes temos que passar por coisas sozinhas e independência financeira é a chave para isso em nosso mundo.
Bom, eu era meio Alice no país das maravilhas, achava que um cara mais desconstruído ia ser o ideal para mim, mas gente, que quebrada de cara. Olha, não foi algo logo de cara e tampouco eu queria ver, mas eu vi que essa cambada de homem que paga muito de pró feminismo e o pessoal começou a chamar ( pejorativa mente, é claro, de "feministos" ) foi uma furada sem fim para mim.
Bom, meus dois namorados eram deste perfil e tudo mais, eles gostavam de estimular bastante meu lado acadêmico, mas eu fui perceber que, por eu morar sozinha em um apartamento de era dos meus pais, isso foi uma questão preponderante para os dois tentarem o mais rápido possível a querer ir para morar junto sem um esforço conjunto. Afinal, não era eu quem tinha comprado o apartamento, meus pais só se mudaram para uma cidade mais calma. Bom, foi um negócio que me chocou bastante, porque minha concepção era sair de lá e comprar NOSSAS coisas juntos, mas as relações se deterioraram uma vez que eu pontuei que aquilo não era bacana, não.
Além disso, eu via que não era por falta de condições que vivíamos em algo que não era nossa, mas porque a outra parte estava mais interessada em comprar vídeo game, jogo de RPG e tudo mais do que saber dosar entre o que e necessário e o que pode esperar.
Nossa, fiquei muito decepcionada, mas aprendi a filtrar mais relacionamentos e amizade, hoje acho que é melhor lidar com pessoas que não sejam denagogicos e nem tão extremistas em seus posicionamentos.
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2020.08.13 22:40 e_r_d_n_a_x Seria eu um Incel, se sim o que fazer?

Não posso dizer minha idade, mas tenho menos de 18 e vou contar minha história. Desde muito pequeno fui uma pessoa muito tímida. Já gostei de uma menina, fui amigo dela, mas posteriormente rejeitado. Após anos, ainda sinto algo por ela. Apesar de tentar esquecer, quando alguém a cita, eu lembro de tudo e ontem sonhei que a namorava. Há um tempo atrás uma menina se apaixonou por mim e eu correspondi parte por desespero. Perdi meu bv com ela, mas a beijei uma única vez, pois a namorei apenas alguns meses e ela era de outra escola. Nós trocamos nudes e tudo mais, ela gostava de mim e queria fazer sexo (até mais do que eu, nunca entendi). Mas minha família é super religiosa e dps de algumas coisas, eles me obrigaram a me afastar dela. Eu com muito pesar fiz isso, mas ela queria continuar sendo minha amiga. Mandando mensagens, era perceptível que ela queria voltar, então tive que realmente cortar relaçõe e a bloqueei, doeu muito, mas acredito que fiz a coisa certa, porque ela já estava sendo tóxica e obssessiva por mim. Essa foi minha única experiência amorosa e eu nunca realmente tentei socializar e me aproximar de meninas além de amizade pessoalmente. Agora que quis começar a viver uma vida mais normal aconteceu essa quarentena. Seria eu um incel, apesar de ter namorado? O que devo fazer?
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2020.08.11 21:39 themirrorball Eu tenho medo dos meus sentimentos.

Eu sempre fui uma menina muito tímida, de poucos amigos, mas sempre com relações intensas com todos ao meu redor, relações duradouras. Minha vida amorosa não foi diferente: me envolvi com pouquíssimos caras na minha vida, mas todos tiveram um significado especial e fizeram parte da minha vida por um bom período de tempo.
O problema está no fato de que todos meus relacionamentos anteriores acabaram por covardia minha, sempre que eu me via muito envolvida com alguém, me batia um pânico e eu pensava "vc não pode ficar vulnerável dessa maneira, e se ele fizer merda? acabou tua vida" e eu acabava terminando tudo. Fazendo isso, cheguei aos 20 anos sem sentir que me apaixonei alguma vez na vida, sem ter tido coragem de oficializar um namoro e sem ter meu coração partido, mas a que preço? eu não aguento mais fugir dos meus sentimentos.
No começo da quarentena, conheci um carinha que abalou minhas estruturas. Fazia tempo que esse sentimento não batia tão forte. Nos aproximamos de maneira muito rápida, ele demonstrou interesse em mim logo de cara, a gente tem muita coisa em comum. Eu pedi pra começarmos com calma pq ainda tava muito recente, então continuamos conversando como amigos, mas meus sentimentos por ele cresceram de forma rápida. Hoje, somos bem próximos. E meu sentimentos tão enormes, a vontade de fugir ressurge. Acho que ele não faz ideia do quanto eu gosto dele (não tenho só medo dos sentimentos, mas também dificuldade de expressá-los). Eu não quero perder alguém de novo por causa da minha covardia :(
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.08.08 08:17 Peixefaca Serei o babaca por cortar relações com o meu pai?

Irei começar desde o início, ou seja, desde a infância do meu pai para contar as coisas por ordem cronológica e também contar os dois lados.
O meu pai foi o último de 6 irmãos, isto nos anos 70 que em Portugal foi durante a ditadura. A vida nunca foi muito fácil para a família. No aniversário do meu avô, ele tinha ido ao centro da cidade para comprar bilhetes da seleção de futebol da localidade... o meu avô foi de bicicleta e um bêbado a conduzir, atropelou-o e o meu avô faleceu. O meu pai tinha somente 3 anos, uma mulher com 6 filhos para cuidar sozinha nos anos 70. O meu pai nunca teve um pai propriamente dito porém o meu tio mais velho foi a figura paternal do meu pai e da família, era ele que trabalhava para sustentar a casa, era ele que batia nos meus outros tios quando eram apanhados a fumar e etc. Quando o meu pai tinha 14 anos, o meu tio (com 23, creio) suicidou-se de uma linha de comboio/trem. O meu pai nunca teve uma figura paternal desde então. Depois disso, vários dos meus tios, sem supervisão parental, começaram a consumir drogas e isso inclui o meu pai que aos 14 também, largou os estudos para ir trabalhar. Passaram-se alguns anos e ele mudou o rumo. Largou as drogas, andou numa clínica de reabilitação e arranjou um emprego, nuns anos avante, ele conheceu a minha mãe e aqui estou eu.
Agora que apresentei a história dele, passemos à minha. O meu pai sempre foi bastante ausente, quando eu era criança ele chegava sempre cansado e mal estávamos tempo juntos, ele gritava quando eu cobrava a atenção dele e nunca tivemos uma ligação forte, dado que ele não prestava o mínimo de atenção à família porque achava que sustentar financeiramente era o suficiente. Com os meus 6 anos, o meu irmão nasceu e o meu pai ausentou da mesma maneira. Passou-se um ano e os meus pais separaram-se, a minha mãe foi muito forte porque o meu pai virou grande parte do círculo social dela contra ela, e ainda tinha que sustentar dois filhos! Passaram-se 3 anos e eles resolveram os desentendimentos e juntaram-se. Vale realçar que esses 3 anos eu senti-me livre de medo, o meu pai sempre gritava e intimidava. A minha irmã nasceu e o meu pai não aprendeu nada... Agora, irei realçar pontos importantes para prosseguir a história: o meu pai sempre me deu uma educação machista: mulheres não podem usar roupa curta, gays são doentes e Deus é tudo, obrigava-me a ir na igreja e diminuia-me à frente da família e amigos. O meu pai normaliza bastante assédio, pratica-o e deixei de sair com ele porque não queria ser visto como igual. Por grande parte da minha vida eu fui homofobico e machista, eu fazia "piadas" com meninas que as deixavam mal, até hoje culpo o meu pai, pois eu era uma criança na altura. Por causa dessa inferiorização, virei uma criança tímida e cheia de medo dd ser julgado, atualmente ainda me causa alguns transtornos mentais. Aos meus 14 anos, fui diagnosticado com cancro (linfoma) no último estágio com metástases nos ossos e a se iniciarem nos pulmões. Foram meses muito duros, tive que ficar fechado em casa por 6 meses (é pessoal, essa quarentena é meio leve pra mim) porque eu tinha a imunidade super baixa; na altura eu não tinha nada com que me entreter e queria jogar com amigos meus, achei boa ideia conversar com os meus pais em comprar um pc gamer, a minha mãe hesitou mas o meu pai começou a gritar e chamar-me de ingrato, levantou-me mão e empurrou-me pra trás. Não basta dizer que passei o resto da quimioterapia isolado, né? Depois disso este tipo de discussões foi mais habitual porque desde aí que comecei a me revoltar. Depois dos tratamentos terminarem (sim pessoal, até hoje estou bem :3) decidi dar um novo rumo à minha vida, nos estudos e etc. Mas ele provocava-me sempre e ele tentava me bater. Houve uma vez que a minha mãe se colocou na frente para não me bater e ele complementa empurrou-a. Desde aí decidi não usar mais o nome do meu pai na identificação, só o da minha mãe. Há um tempo considerável que conheci uma menina incrível, começámos a namorar e escondi por bastante tempo por causa da minha família porque eu tinha a certeza que o meu pai iria usar o namoro para me atacar. O inevitável aconteceu, ele soube e veio dar uma de "pai" a dar conselhos de namoro como: "nunca a deixes ter poder", "tu és o dono da relação ", "não deves te importar como ela se sente, pois ela vai te usar". Mais tarde, numa discussão que já nos é habitual, ele disse "vou destruir o teu namoro", "nem sei como ela namora contigo". É por este tipo de coisas que ocultei o namoro. No meu aniversário, a minha namorada deu-me um livro personalizado com todas as nossas memórias, foi bastante caro (amor, se estiveres a ver isto, peço desculpa por ter visto o preço <3). O meu irmão estava a bater na minha irmã enquanto ela chorava baba e ranho, o meu pai ficou no sofá a ouvir aquilo sem fazer nada (a minha mãe tinha saído). Fui lá e comecei a discutir com o meu irmão, ele foi buscar o livro que o meu amor me deu e rasgou-o. Aquilo destroçou-me. O meu pai chegou e começou a rir, colocou as culpas em mim e falei na cara que era um pai de merda, que mais valia eu não ter nascido dele e que por mim ele iria embora. O prólogo não interessa, foi o habitual. Planeio cortar relações com ele quando eu fizer os 18.
Na minha opinião não o consigo culpar, pois ele não teve educação mas não sou obrigado a ter a vida destruída por causa dele. Serei um babaca por cortar relações com ele?
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2020.08.01 08:09 7asessao Precisamos Falar sobre o Kevin

Precisamos Falar sobre o Kevin

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Na primeira cena visualizamos o passado da protagonista na Tomatina, uma festa cultural espanhola, onde a tradição envolve uma guerra de tomates. A constar do festival, é evidente o contraste das cores nas cenas do filme, a qual a vermelha é presente constantemente. Então, já começamos a elaborar algum significado. O filme por ser um pouco mais parado, me gerou um pouco de medo da monotonia, todavia, as construções das emoções e dos pensamentos dos personagens são bem desenvolvidas a partir do silêncio e uma compreensão cresce em torno do contexto familiar de Kevin.
De acordo com a teoria psicanalítica do desenvolvimento, a infância se passa por estágios psicossexuais, das quais são utilizadas zonas erógenas para o autoerotismo, causando satisfação, bem-estar e as primeiras relações com o mundo com experiências de vínculos afetivos. A primeira fase, relacionada a fase oral, inicia-se do nascimento ao segundo ano de vida, onde a criança tem como principal satisfação o estímulo da via oral, como é no exemplo do filme Precisamos Conversar sobre Kevin, que traz a cena do menino brincando com um metalofone, e enquanto a sua mãe pede para o mesmo repetir as palavras ditas, Kevin se nega e coloca os baquetas do instrumento na boca de forma exploratória. A fase oral não fala exclusivamente da zona erógena em si, mas sobre a relação com o objeto. Dessa forma, fala-se sobre sobrevivência com a busca do alimento, mas também sobre o prazer, incorporações, construção de relações e o desenvolvimento do próprio ego, já que a criança inicia uma percepção de separação entre ele mesmo e a mãe.

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Dos dois aos quatro anos de idade, a zona erógena se desloca para o ânus, o qual coincide com as aprendizagens sobre higiene íntima e a autonomia sobre a retenção e a liberação das fezes e da urina. A satisfação passa a ser relacionada com o que o bebê consegue produzir e controlar. Porém, os pais demonstram entusiasmo e ao mesmo tempo nojo, problematizando a fase anal com repreensões relacionadas ao horário, ambiente e constrangimentos, gerando confusão na criança, a qual pode interpretar o seu ato como positivo ou negativo. Futuramente, a fase anal acaba possuindo uma relação com o controle, o dar e receber e gera uma personalidade passiva ou ativa. Em alguns momentos do filme, deixa-se nítido Kevin defecando na fralda e chamando os pais para limpá-lo, até que, pela alegria dos pais, Kevin consegue utilizar o banheiro de forma independente. Além disso, a mãe, que está projetando o seu escritório com mapas colados por toda a parede, se faz muito satisfeita com o seu ambiente e expressa o seu desejo de torná-lo especial de acordo com a sua personalidade. No instante em que Eva, interpretada por Tilda Swinton, volta para o quarto com a sensação de que o filho está aprontando alguma coisa, olha enraivecida para o cômodo sujo de tinta vermelha da parede ao chão, borrifado com a arma de brinquedo do filho, a quem se desculpa e justifica o seu ato com o argumento de que gostaria de deixá-lo mais especial. Ou seja, tem a ver com a capacidade de produção da criança como um presente de agrado para a mãe.
O Complexo de Édipo ocorre entre o ponto culminante e o declínio da fase fálica por volta dos quatro anos, tem as genitais como zona erógena e é caracterizada pela masturbação infantil – sem o instinto reprodutor – com carícias, exibições, apalpações e curiosidades sobre os órgãos genitais. É um início da descoberta e interesse das diferenças anatômicas entre os sexos, sobre a própria origem no mundo por meio de jogos e perguntas, iniciando uma construção conceptiva sobre a sexualidade. É na fase que a criança quer tocar no próprio corpo e querer ver a genitália do colega. Rock Duer, ator que interpreta Kevin nessa idade, tem um diálogo breve com a mãe sobre sexo, onde a mãe tenta explicar, por meio de teorias fantasiosas, como os bebês nascem e ele retruca agressivamente para desmenti-la e se mostrar conhecedor do assunto.
Após os estágios iniciais, a energia sexual e agressiva é redirecionada para o aumento do interesse pela aprendizagem, atividades e objetos socialmente aceitos, o que torna o investimento sexual disfarçado por esportes, brincadeiras, jogos e geração de novas amizades para reduzir a tensão por meio do mecanismo de defesa da sublimação. Como na fase de latência há uma socialização secundária, o superego age como limite das relações interpessoais e a construção da moral é iniciada. Apesar de Kevin não se interessar por fazer novos amigos e repudia a ideia de ter uma irmã, ele foca em jogos de vídeo game com o pai e expressa intensa alegria ao ser presenteado com um arco e flecha, o qual passa a ser o seu maior entretenimento.
Segundo a psicanálise, o último estágio do desenvolvimento sexual se inicia na puberdade com a fase genital. Enquanto há mudanças biológicas, o autoerotismo é redirecionado para o altruísmo quando o objeto de desejo deixa de ser o próprio corpo e passa a ser um externo para a busca da função reprodutiva. Toda via, as mudanças psicológicas também ocorrem, pois, a fase genital corresponde às relações interpessoais. O filme mostra um intervalo breve de quando, ao abrir a porta do banheiro, Eva flagra Kevin se masturbando, o que causa um constrangimento para a mãe, mas o filho prossegue o ato de forma provocatória.
Primeiramente, o Complexo de Édipo é um padrão universal, que acontece na fase fálica, como já foi mencionado anteriormente, onde também ocorre o fenômeno da castração. O desejo inconsciente da criança pela mãe e da rivalidade com o pai, por ser o seu objeto de desejo e o seu impedimento de acesso ao objeto, respectivamente, é inspirado por meio simbólico de uma lenda grega, por isso o nome. Ele percebe que a mãe tem desejos além dele próprio e começa um processo de identificação com o pai, escolhendo-o como modelo comportamental como reação à castração para ligar-se novamente a mesma e ser reconhecido. A partir desse processo, regras sociais, normas e leis são impostas pelo pai e internalizadas pela criança e um desenvolvimento de separação entre a criança e a mãe é manifestada pela função paterna para construir a estrutura da personalidade de acordo com a forma que a castração foi recebida. Não necessariamente a função materna é a mãe, assim como, a função paterna, o pai. Ambos são representados pelas funções, relações e como são construídas. A função materna normalmente é escolha da criança e é caracterizada pelos cuidados afetivos e atividades, como levar à escola, dar banho e alimentar. Já a função paterna tem a função de frustrar a criança para torná-la capaz de perceber-se como ser individual e separável da mãe.
As diferenças biológicas entre os sexos são percebidas como a presença ou a ausência do pênis, e de forma metafórica e inconsciente, amedronta o menino de perder o mesmo, enquanto a menina tem inveja do órgão genital masculino. Isso significa que o falo é uma representação psíquica relacionada ao poder, onde numa sociedade patriarcal, os homens são enaltecidos e as mulheres lutam por um reconhecimento existencial e buscam o seu lugar de poder.

Momento vitorioso de Kevin nas cenas finais.
A resolubilidade da obra cinematográfica, pelo ponto de vista do Complexo de Édipo, se dá pelas relações interpessoais de Kevin com a sua família. Desde o descobrimento da gravidez, Eva evidencia a quase todo o momento a sua infelicidade de gerar um filho e isso é levado ao telespectador uma interpretação de repúdio de Kevin pela mãe e de afeto pelo pai. Com o desenrolar, observa-se, que na verdade, Eva é o objeto de desejo da criança, a qual utiliza atitudes agressivas e provocatórias para chamar a atenção da mesma.
Quando Eva quebra o braço de Kevin acidentalmente, ambos voltam para casa do hospital com o braço do filho enfaixado e Kevin reage acobertando-a para a médica e para o pai. Em outro momento, Kevin fica doente se mostrando mais compassível ao afeto da mãe, enquanto ela lê um livro para ele, e quando o pai entra no quarto, é a primeira vez em que ele o rejeita pedindo para ele se retirar do cômodo. Na última cena, Kevin está preso e se mostra desesperado com o fato de que vai para o presídio para maiores penais. São momentos, nas quais Kevin se encontra vulnerável, e da para perceber com mais nitidez as suas verdadeiras afeições, principalmente na cena em que ele está estático no meio da rua, observando um cartaz da mãe.
Então, esclarece-se a sua relação com o pai, da qual é superficial e encenado como competição e garantia do afeto maternal. Porém, o pai não possui a função paterna, pois o mesmo encontra-se sempre ausente e passivo em todos os conflitos. Dessa forma, a função paterna é voltada para o descobrimento de uma nova gravidez, gerando uma irmã para Kevin, a personagem chamada Celia; o trabalho de Eva, na qual se debruça dedicadamente e os seus desejos relacionados às viagens internacionais. Basicamente, não há uma solução dos desdobramentos, já que a castração não acontece. Kevin nega e reage à castração a todo momento, incapaz de se ver inseparável da mãe, além de não redirecionar o seu desejo sexual para outras relações amorosas ou interesse em fazer novas amizades, gerando uma estrutura de personalidade perversa com características manipuladoras, sem envolvimentos emocionais e descumpridora das regras sociais sem culpa ou medo.
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2020.07.30 17:20 Alemante_8 Sobre o famoso padrão de beleza

Eu estava escrevendo um post gigante aqui, mas apaguei pq descobri que queria falar sobre algo mais importante.
Vejo que muitos meninos e meninas nesse sub se cobram demais por não terem relações sexuais e por serem ótimas pessoas, mas, mesmo assim, não conseguirem ficar com ninguém.
Vocês já passaram o olho no que vocês buscam pra vocês? Sendo um pouco mais específico, vocês já olharam para si mesmos antes de olhar para outras pessoas?
Não falo nada disso por mal, mas tenho um amigo que tem 23 anos e até hoje nunca ficou com uma menina. Mas por que? Segundo ele, uma garota bonita nunca se interessou por ele e ele não quer garotas feias.
Quando perguntei o que seria essa tal "garota bonita" tudo foi esclarecido. Segundo ele, uma garota bonita deveria ser branca/japonesa, ruiva, peituda, não muito gorda ou magra, olhos claros e deveria aceitar ele do jeito que ele é, tanto na aparência quanto nos costumes.
E então você me pergunta "E como ele é?". Feio, magrelo, peludo, péssimos hábitos higiênicos/alimentares.
Vocês perceberam pq que algumas pessoas ficam sozinhas? Vocês já perceberam que as vezes o problema pode estar muito mais em você e o seu padrão de "O que é bom e o que não é"?
Não digo que vocês são culpados pela sua frustração, mas muitos de vocês poderiam ter uma vida bem melhor com parceiros e tal se cobrassem menos dos outros e fossem realistas sobre a relação: O que eu posso ofereceO que eu estou cobrando.
De qualquer forma, espero que todos vocês possam ser felizes, com ou sem alguém.
:)
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2020.07.19 23:28 aaajackson Sou a babaca por deixar de ser amiga da minha ''melhor amiga" e pela minha mãe falar que eu não tenho amigos e quando eu tenho eu não aproveito a amizade deles?

Oii lubisco , gatas, papelões, seres humanos, animais, plantas deste universo e possível convidado (a) nunca sabemos se tem um mais ok. Esse história começa quando eu estava no 1 ano do fundamental até os dias de hoje ; a minha melhor amiga se chama Mars ( vamos dar esse nome pra ela) quando eu entrei no 1 ano eu fiz amizade com a Mars , Edrs e a Mers nós só nos separamos no 5 ano mas nesses anos todos de amizade com elas a única pessoa tóxica era a Mars a Edrs também era mais eu não tinha uma conexão com ela tão grande como com a Mars e a Mers. Nós éramos'' tipo aquele grupinho de meninas malvadas" a Mars era a Regina, eu era a Gretchen, a Mers a Karen e a Edrs a Cady éramos as popular da sala. A Mars parecia que queria ser mais superior do que todas nós então ela sempre fazer coisas para provocar por exemplo ela maioria das vezes humilhava a gente exibindo que ela tinha dinheiro sem contar que ela mentia a maioria das vezes então a gente sempre desconfiava e eu como era trouxa né eu sempre acreditava no que ela falava; ela falava que gostava de quem eu gostava ou de quem a Mers gostava só por falar mesmo para provocar a gente para deixar a gente triste só isso mesmo na maioria das vezes acontecia comigo que ela gostava de quem eu gostava e sim para você ver como que eu sou azarada as pessoas que eu gostava, gostava dela ou da Mers. Enfim quando eu entrei no 5 ano foi uma benção na minha vida porque ela não estava na minha sala só que eu senti muita saudades da Mers na época, eu me formei no 5 ano e me mudei para outra escola só que agora era uma particular que vai até o 3 do mêdio até aí beleza né mais quando eu chego quem eu me deparo com a Mars e com um amigo meu bem gente boa; eu já tinha esquecido daquelas coisas que ela fez e pensei em dar outro chance pra ela né!!( Trouxa como sou )mal tinha começado o ano e já voltamos a ser melhores amigas( aí começou o inferno na minha vida) . Quando eu entrei eu tinha falado pra ela que nós íamos fazer amizades novas e tals ( e ela que não e boba nem nada já foi tentando ir pro lado das ''popular") em fim ela sentou perto de uma menina maravilhosa por sinal que ela fez amizade e eu também ( vamos dar o nome de Bahrs) a Bahrs a Mars e eu ficamos inseparáveis sério mesmo. Até que o um belo dia o que a Mars queria aconteceu ela conseguiu conquistas a amizade das'' meninas popular" o que fez nós largar como lixos e como não sem fizemos sequer parte da vida dela. Eu e a Bahrs até tentamos fizeram amizade com as meninas só que bem de leve. Nós ainda falava com ela só que era algo bem diferente bem estranho tipo ela tava muito mudada falava palavrão(obs: ela tinha 11 anos) isso aquilo mudou totalmente parece que todas as vezes que a gente tava com ela não era mesmo tinha mudado ao estalar de dedos da água para o vinho da noite para o dia para outra pessoa não sei se era as companhias mas era isso que a gente pensava. Sem contar que ela era muito tóxica tanto com nós duas quando com as amizades dela tipo quando ela tava com a gente ela falava mal das amigas dela e a eu só pensava do que que ela falava mal da gente junto com as amigas dela que se ela falava mal das amigas dela com a gente então ... e eu só pensava cara ela é bipolar só pode.então foi aí que a gente pensou que era melhor deixar ela junto com as amizade dela e so ter um coleguismo mesmo porque tava muito desgastante tava muito tóxico ( obs: nós fizemos um rap pra ela e até uma frase de reflexão no final dele para ela)aquela amizade principalmente para mim porque como tinha conhecido ela a mais tempo isso foi meio doloroso para mim eu não sei como dizer eu sempre chorava muito quando há via para mim eu sempre me culpava por ter perdido ela e essa amizade e eu não sabia o que estava acontecendo comigo eu estava totalmente fora do meu eixo não me conhecia mais não tinha vontade mas para escola tipo hoje eu penso isso e falou nossa mano não precisava disso não precisava mesmo. teve um dia que eu não aguentei acabei falando isso para minha mãe e aí eu comecei a chorar né e aí o que aconteceu foi que ela falou isso que eu não tinha amigos e quando eu tinha eu não conseguia aproveitar a amizade deles e que '' você tá fazendo algo totalmente errado'' e aí foi né foi que eu vi que eu não tinha apoio nenhum pela pessoa que eu mais esperava um sim pensava que teria apoio e ela achava que tudo isso é era da minha cabeça e tals. Foi nesse momento que eu conheci uma amiga da Bahrs a Jurs pela qual eu me identificava MT com ela e pelas citações que ela passava com os pais e que por uma conhecidencia ela também assistia você lubisco( por isso eu me identifiquei mais ainda; e a Bahrs nn assistia mais depois ela começou a assistir)
Bom esse ano eu Bahrs e Jurs somos MT amigaxx mesmo e eu agradeço MT a elas por ter nós termos essa amizade incrível.
Eu e a Mars ainda temos contato mais é só coleguismo mesmo mas agora percebi que ela quer ser minha melhor amiga de novo mais eu NN vou ser trouxa novamente mais eu gostaria que ela soubesse tudo o que ela me fez de mal e que me acho babaca por deixar de ser melhor amiga dela o q foi que me achei durante o ano passado inteiro sobre o que ela me fez.
Sobre minha mãe... Eu tenho uma história mas posso contar em um outro post (se vcs quiserem)mas NN cortei relações com ela mas acho ela MT tóxica comigo e com minhas irmãs.
Mas fica aí a reflexão eu sou a babaca ou NN nessa história? Bjsss a todos e pra vc lubisco <3
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2020.07.18 03:25 MayllonKiller Fui enganado por uma "crente"

Eu tava gostando de uma menina da minha escola antes da pandemia, e tava rolando um clima, ela dizia que não queria nada muito sério naquele momento porque ela era da igreja, mas que gostava de mim, resultado ela agora tá namorando com outro cara é tendo relações sexuais ainda ;-; Pior que eu ainda paguei um bombom pra ela e as amigas dela 😔, Conclusão fiquei sozinho fudido, virgem e sem três conto no bolso
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2020.07.11 12:05 Tistecomsono Eu sou babaca por terminar com meu noivo depressivo?

Olá luba, convidado, papelões, gatos e todos os animais, plantas e seres humanos desse planeta.
Eu sou babaca por terminar com meu noivo depressivo? Eu sou mulher (25), meu ex noivo (28), temos um filho (4)
Pra contexto: Eu nunca tive uma relação boa com meus pais, entrei num relacionamento com meu ex noivo 6 anos atrás e ele me dava muito apoio emocional, eu estava num quadro de depressão forte e ele me deu ânimo pra procurar um profissional e me tratar. Com um ano de namoro nós resolvemos morar juntos e meus pais mudaram da água do esgoto pro vinho, me tratando com amor e carinho e um respeito que nunca imaginei que tivessem por mim, pouco tempo após ir morar com ele eu descobri que estava grávida e minha relação com meus pais só melhorou. Corta pro início do ano passado: Eu tinha acabado de me formar em cinema e estava realizada, poucos dias após a minha formatura minha mãe teve uma parada cardíaca e faleceu, deixando pra mim a loja dela de informática. Eu nunca tinha tocado uma loja e estava me preparando pra entrar como ajudante de produção na globo, minha vida virou de cabeça pra baixo e eu larguei tudo pra não deixar o negócio da minha mãe morrer, meu irmão mais novo (15) ficava na loja comigo fora do horário de aula me ajudando a dar conta de todo o trabalho que se acumulou no meu período de luto e nisso eu passei a ficar muito tempo com meu pai e meu irmão, que moram do lado da loja e longe de mim, até troquei a creche do meu filho nesse período. Eu saia de casa 7 da manhã e voltava 8 da noite, meu noivo estava sempre deitado no sofá com a roupa do trabalho ainda e jogando no celular, a louça na pia, a casa um caos e nem um ovo pra comer ele tinha fritado, e lá vai eu arrumar a casa e fazer comida pra gente jantar e ele levar pro trabalho. Eu nunca tinha passado tanto tempo longe de casa, fui criada do jeito antigo e sempre achei que fosse o certo a mulher dar conta dos filhos e da casa, mas eu já estava no meu limite. Chamei meu noivo pra conversar diversas vezes e ele me dizia que como ele trabalhava de pé e eu sentada, ele tinha mais motivos pra descansar que eu, sendo que ele chegava em casa 4 da tarde. Alguns meses depois disso, eu já estava com asco do meu noivo, eu só mantive relações com ele porque essa era briga que eu não estava pronta pra ter. Eu meados de agosto eu tive uma crise de pressão alta e fui parar no hospital, fiz uma bateria de exames e descobri que estava hipertensa, pré-diabética e grávida, mais especificamente grávida de 4 meses de gêmeas. Elas nasceram prematuras no final de novembro, eu fiquei um mês com elas no hospital e meu irmão junto com meu pai (que não entende nada de computador) tocaram a loja por mim. Em fevereiro meu noivo foi demitido, ele entrou numa depressão forte e não queria sair da cama, insisti que ele fosse se consultar com um especialista, mas ele não quis e logo após meu estado fechou por causa da quarentena, eu entrei em desespero porque não tinha um centavo no bolso, com três crianças e um homem que não levantava da cama pra cuidar. Consegui manter a loja funcionando o suficiente pra viver e pagar meu irmão (que ajudava com as contas da casa dele), trabalhando em casa eu vi meu noivo melhorar, não fazia nada ainda, mas pelo menos pegava as meninas quando elas começavam a chorar e isso ajudava o suficiente pra eu não surtar. Há duas semanas eu precisei reabrir a loja, trouxe as meninas e meu filho pra ficar com meu pai e irmão e estou pagando eles pra isso, assim consegui mantê-los em casa e a salvo enquanto eu tomo todos os cuidados possíveis na loja já que eu infelizmente não posso mais me manter com a loja online. Meu noivo piorou, disse que por causa da depressão não pode cuidar das crianças sozinho, nem se alimentar sozinho, nem levantar da cama sozinho. Ele passa o dia no celular jogando e mexendo no facebook, e nossa última briga foi porque ele queria ter relações comigo e eu não quis e ele saiu pra beber e voltou alterado, achei até que fosse me agredir. Dois dias atrás eu terminei com ele e todos os nossos amigos, incluindo pessoas da minha família estão recebendo mensagens dele e estão me culpando pela depressão dele. Eu não quero voltar, acho que já não o amo mais o suficiente pra ter uma relação, estou morando numa casinha alugada ao lado da loja, meus filhos tem quartos pra eles e sinto até que nossa vida melhorou. Eu sou babaca por ter deixado ele desse jeito e não querer voltar?
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2020.07.09 14:43 zer0cu A casada da internet. Versão talarico com culpa

A gente estava em um chat de internet e jah tinha bastante ksal ali flertando no aberto. Ateh q apareceu uma menina e começamos a conversar ali no meio de tds sobre os tedios da vida
O assunto geral passou p/ posições sexuais mas td dentro de textos padrões p/ evitar kicks na sala do chat. E essa pessoa falou q achava q na posição cachorrinho era melhor
Eu fui na DM e sem pretensão disse q tb achava. Falei q parece q o pau foi feito p/ encaixar dessa forma e com o adicional do saco ficar batendo no grelinho. Ela escreveu um paaaaaaaaaaaaara. Eu pedi desculpas pq soh falei a teoria ali pq no grupo era proibido. Ela respondeu q n era por isso
Ela contou q passava o dia td na academia soh p/ se cansar pq o marido a noite dava uma bombada papai e mamãe e dormia entaum como estava cansada dormia tbm. Qnd n fazia academia ficava a noite td com vontade de transar e jah fazia tempo q n era pega de 4
Conversamos mais umas gracinhas e disse q ia dormir pq n podia resolver o problema dela pela distância grande q estávamos mas q seria muito bem comida se ela quiser ir numa convenção q eu ia em SP. Depois disso a gente n se falou mais. Ficou apenas recados normais de um para o outro sempre offline
Qnd chegou a semana da convenção enviei 1 msg soh com o nome do hotel no centro de SP e perguntei se ia encarar. N tive resposta. Cheguei na sexta e me instalei no hotel. No sábado pela manhã recebi uma ligação no quarto e era ela. Queria saber se eu era de verdade. Respondi q sim e q tava naquele momento punhetando a imaginação do nosso fim de semana. Pediu p/ eu gozar imaginando ela de quatro. Atendi o pedido e desligamos. Meio dia retornei para o hotel e tinha um recado que o voo do RJ saia 1 da tarde. N voltei para a convenção
Umas 3 Horas da tarde a recepção me ligou q minha 'supervisora' havia chegado. Desci para atender. Meu Deus q mulher estonteante. Fiquei pasmo c/ sua beleza e gostosura. Ela falou q fazia academia mas eu achava q era hobby e n p/ ser paniquete. No corredor do elevador a gente já começou a se beijar e encaixar. Dentro do elevador eu peguei ela por trás, enfiei uma mão na xoxota e a outra apertava o peito enquanto mordia seu pescoço e esmagava ela na parede
Entramos no quarto nos beijando e eu já fui direcionando p/ a cama. Deitei ela de bruços com os joelhinhos p/ fora da cama, tirei sua calça, meti e gozei mt rápido nas suas costas. Quase uma ejaculação precoce mesmo c/ a punheta
Fomos p/ o banho e comecei a comer ela em pé e decidimos por camisinha. Saímos do banho, colocamos camisinha e eu deitei ela p/ chupar aquela buceta. E ateh a buceta era linda, lisa, lábios bem pequeninos escondidos dentro daquela racha, grelinho saliente pedindo minha língua. Comi ela no papai e mamãe. No bate estaca forte a camisinha rasgou e ela mandou tirar. Gozei dentro e gozamos juntos
Ela queria tomar outro banho. Eu falei q ela n veio p/ fazer papai e mamãe e tomar banho. Isso ela faria em casa. Ela achou q gozar juntos jah era uma diferença. Comecei a comer ela em pé, peguei ela no colo e comi assim. Sentei na cama para gozar sem cair
Ela deitou de novo e limpou a xoxota com o lençol eu jah fui metendo de ladinho. Estava apertadinha e seca. Rimos disso e ela falou q perdeu a virgindade c/ marido e estava perdendo de novo. Gozamos juntos de ladinho
Fomos tomar banho e dessa vez ela n escapou, comi ela curvada no banheiro segurando pelo cabelo. N gozamos juntos pq ela gozou bem antes
Fomos p/ a cama e gozei com ela de frango assado bem lá no fundo do seu útero. Coloquei ela de 4 para comer aquele cu rosado mas ela achou melhor q n pq n era acostumada. Não insisti e comi ela de 4. Ela avisou q podia gozar na portinha do cu. Tive q fazer um esforço enorme p/ n enfiar o pau todo lá dentro. Gozei com punheta na porta do cu
Ela precisava ir. O avião saia 9 da noite e tinha chekin 2 horas antes. Ela ia criar a história do pq veio a SP fazer compras e n comprou nd. Fiquei me lamentando q n ganhei nem uma chupada e se tivesse mais tempo comeria aquele cu. Ela disse q na próxima
Ela foi embora. Um mês depois ela veio p/ minha cidade pq descobriu onde eu trabalhava e morava. N me senti bem com essa investigada na minha vida e n fui me encontrar c/ ela. Cortamos relações mesmo c/ ela chorando muito no telefone
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2020.06.30 01:53 FeistWarrior Minha situação amorosa

Eu comecei a namorar uma menina no começo de 2019 eu sempre fui muito feliz com ela no começo do relacionamento, ficávamos fazendo longas caminhadas sem motivo aparente só por ter um ao lado do outro, eu ficava sempre feliz de acordar com uma mensagem dela, ficava extremamente feliz com exatamente tudo, era com toda certeza a melhor época da minha vida quando a conheci. No começo do relacionamento eu sempre dizia pra ela que eu não queria algo sério, serio na situação de anéis e compromisso sério e ela simplesmente disse que entendia.
Até que no Natal de 2019 ela me dá um presente que eu não sabia qual era, era simplesmente as alianças que eu tanto tinha falado pra ela que eu odiava, eu odeio usar anel, odeio bijouterias isso me incomoda extremamente ter que usar isso e eu simplesmente não podia rejeitar o presente dela e assim começou o incrível inferno nesse relacionamento tendo que usar isso todo santo dia, com vontade de arrancar isso fora e jogar em um bueiro.
Um certo dia eu esqueci de trazer o anel na casa dela, por esquecer. Devia ter tirado pra algo e esqueci de por de novo. Eu deveria ter ficado em casa nesse dia, eu cheguei e ela me perguntou automaticamente aonde é que estava o anel e eu disse desculpas que eu esqueci ele, Além de ela ter dito coisas como "Sabia que você ia esquecer" e ter me xingado de várias coisas, irresponsável e etc. Ela chamou um monte de amigas pra casa dela e ficou quase me ignorando o dia inteiro conversando com elas, eu me senti um belo de uma merda naquele dia, só por conta de um anel? Eu errei tanto assim pra ela ter me tratando dessa forma?
Passando disso toda vez me sentindo uma merda por usar isso, consequentemente eu procurava apoio. Procurava apoio de uns amigos antigos meus e eles me ajudavam por muito tempo mesmo, sempre me fazendo rir e etc.
Até que um dia no meu aniversário ela pegou o meu celular e viu que eu disse pra umas amigas minha que eu me importava muito com elas e que eu gostava muito da ajuda delas, isso foi mais um motivo pro meu inferno, ela disse que eu preferia o apoio delas do que o dela, mesmo dizendo que ela está acima de tudo, ela não me escutava! tive que admitir que estava errado como em todas as brigas.
Ela me mandou bloquear minhas amigas por isso.
Além de ter várias várias brigas que eu sempre me sinto uma merda depois delas.
Sempre me sinto uma merda nas horas de relações sexuais, ela nunca começa nada, ela nunca começa me beijando, eu sempre tenho que pedir e implorar por algo pra ela fazer, isso me faz me sentir sei lá um nojo.
Mas eu simplesmente não consigo terminar com ela, por promessas que eu fiz de nunca terminar com ela, por viagens que a mãe dela já me levou, por muitas coisas que ela já fez por mim, eu simplesmente não consigo, fico na cabeça que eu estou usando ela, sou muito pobre pra recompensar ela com algo, ou talvez eu seja muito covarde.
Estou precisando de conselhos, não sei se eu estou exagerando, mas eu não consigo conversar com ela disso ela vai acabar surtando de novo e me xingando de tudo, sem tentar conversar como alguém normal.
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